“Cidade dos Homens” deve agradar o público
Laranjinha e Acerola, adultos, encaram paternidade e a difícil vida na favela
Estreou na última sexta-feira, 30 de agosto, o filme “Cidade dos Homens”, dirigido por Paulo Morelli, que dá seqüência à série de TV dos personagens Laranjinha (Darlan Cunha) e Acerola (Douglas Silva).
O filme dos dois amigos que cresceram na favela carioca traz no enredo problemas da vida adulta que começaram a ser revelados nos últimos episódios da última temporada da série. A chegada da maioridade, assim como na vida real, vem acompanhada de conflitos. Laranjinha quer encontrar o seu pai e Acerola tem que aprender a ser pai. No meio das guerras nos morros, os simpáticos garotos que o público viu crescer e passou a admirar, vivem uma aventura cheia das armadilhas da pobreza e do preconceito.
Iniciando a vida adulta, os dilemas dos amigos se chocam na questão da paternidade. Enquanto Laranjinha busca desesperadamente por seu pai, Acerola, que engravidou sua namorada no final da série, tem um filho de dois anos para criar, além do casamento. A paternidade precoce e a ausência do pai. Na trama, nenhum dos personagens conhece seu pai, assim como na realidade das favelas a ausência da figura paterna é um forte traço cultural.
Para o espectador que não acompanhou a série, a apresentação dos personagens fica por conta de alguns flashbacks que aos poucos vão colocando o público na atmosfera da trama, revelando a trajetória e a história de cada um.
A vida no morro e a guerra pelo controle do tráfico continuam violentas. Assim como Acerola e Laranjinha, moradores pacíficos da favela, que tentam levar uma vida honesta, sofrem as conseqüências dessa luta pelo poder. O drama mostra o contraste entre os traficantes que se aliam para conquistar espaço e poder, num eterno jogo de interesses, em que vence o mais esperto, o mais bem relacionado ou o mais armado; e os amigos e companheiros, que optaram pela vida honesta dentro da favela, sem armas, que lutam juntos, que enfrentam as dificuldades e correm atrás de seus sonhos.
Filmado em sete favelas do Rio de Janeiro, “Cidade dos Homens” apresenta o mesmo realismo e ritmo intenso do filme de Fernando Meirelles “Cidade de Deus”. Provavelmente mais um grande sucesso do cinema brasileiro. Um projeto ousado que reflete literalmente a difícil realidade de quem vive nas favelas. Vale a pena dar uma passadinha no cinema para conferir.
Laranjinha e Acerola, adultos, encaram paternidade e a difícil vida na favela
Estreou na última sexta-feira, 30 de agosto, o filme “Cidade dos Homens”, dirigido por Paulo Morelli, que dá seqüência à série de TV dos personagens Laranjinha (Darlan Cunha) e Acerola (Douglas Silva).
O filme dos dois amigos que cresceram na favela carioca traz no enredo problemas da vida adulta que começaram a ser revelados nos últimos episódios da última temporada da série. A chegada da maioridade, assim como na vida real, vem acompanhada de conflitos. Laranjinha quer encontrar o seu pai e Acerola tem que aprender a ser pai. No meio das guerras nos morros, os simpáticos garotos que o público viu crescer e passou a admirar, vivem uma aventura cheia das armadilhas da pobreza e do preconceito.
Iniciando a vida adulta, os dilemas dos amigos se chocam na questão da paternidade. Enquanto Laranjinha busca desesperadamente por seu pai, Acerola, que engravidou sua namorada no final da série, tem um filho de dois anos para criar, além do casamento. A paternidade precoce e a ausência do pai. Na trama, nenhum dos personagens conhece seu pai, assim como na realidade das favelas a ausência da figura paterna é um forte traço cultural.
Para o espectador que não acompanhou a série, a apresentação dos personagens fica por conta de alguns flashbacks que aos poucos vão colocando o público na atmosfera da trama, revelando a trajetória e a história de cada um.
A vida no morro e a guerra pelo controle do tráfico continuam violentas. Assim como Acerola e Laranjinha, moradores pacíficos da favela, que tentam levar uma vida honesta, sofrem as conseqüências dessa luta pelo poder. O drama mostra o contraste entre os traficantes que se aliam para conquistar espaço e poder, num eterno jogo de interesses, em que vence o mais esperto, o mais bem relacionado ou o mais armado; e os amigos e companheiros, que optaram pela vida honesta dentro da favela, sem armas, que lutam juntos, que enfrentam as dificuldades e correm atrás de seus sonhos.
Filmado em sete favelas do Rio de Janeiro, “Cidade dos Homens” apresenta o mesmo realismo e ritmo intenso do filme de Fernando Meirelles “Cidade de Deus”. Provavelmente mais um grande sucesso do cinema brasileiro. Um projeto ousado que reflete literalmente a difícil realidade de quem vive nas favelas. Vale a pena dar uma passadinha no cinema para conferir.
Texto Informativo
Cidade dos Homens - o filme
Laranjinha e Acerola: maioridade, paternidade e sobrevivência
O filme “Cidade dos Homens”, seqüência da série de TV dos personagens Laranjinha (Darlan Cunha) e Acerola (Douglas Silva), dirigido por Paulo Morelli, estreou na última sexta-feira, 30 de agosto.
O filme carioca traz no enredo problemas da vida adulta que começaram a ser revelados nos últimos episódios da última temporada da série. Laranjinha quer encontrar o seu pai e para isso remexe no passado. Acerola tem um filho de dois anos para criar, sente-se amarrado pelo casamento, lamenta a paternidade precoce e precisa aprender a lidar com isso.
A apresentação dos personagens fica por conta de alguns flashbacks que aos poucos vão colocando o público na atmosfera da trama, revelando a trajetória e a história de cada um.
A vida no morro e a guerra pelo controle do tráfico continuam violentas. Assim como Acerola e Laranjinha, moradores pacíficos da favela sofrerão as conseqüências dessa luta pelo poder.
Filmado em sete favelas do Rio de Janeiro, “Cidade dos Homens” traz realismo e ritmo intenso para as telas.
Laranjinha e Acerola: maioridade, paternidade e sobrevivência
O filme “Cidade dos Homens”, seqüência da série de TV dos personagens Laranjinha (Darlan Cunha) e Acerola (Douglas Silva), dirigido por Paulo Morelli, estreou na última sexta-feira, 30 de agosto.
O filme carioca traz no enredo problemas da vida adulta que começaram a ser revelados nos últimos episódios da última temporada da série. Laranjinha quer encontrar o seu pai e para isso remexe no passado. Acerola tem um filho de dois anos para criar, sente-se amarrado pelo casamento, lamenta a paternidade precoce e precisa aprender a lidar com isso.
A apresentação dos personagens fica por conta de alguns flashbacks que aos poucos vão colocando o público na atmosfera da trama, revelando a trajetória e a história de cada um.
A vida no morro e a guerra pelo controle do tráfico continuam violentas. Assim como Acerola e Laranjinha, moradores pacíficos da favela sofrerão as conseqüências dessa luta pelo poder.
Filmado em sete favelas do Rio de Janeiro, “Cidade dos Homens” traz realismo e ritmo intenso para as telas.
Texto Interpretativo
“Cidade dos Homens” – o filme encerra trajetória dos personagens
Aos 18 anos, Laranjinha e Acerola chegam aos cinemas para enfrentar os problemas da vida adulta
O filme “Cidade dos Homens”, dirigido por Paulo Morelli, estreou na última sexta-feira, 30 de agosto, dando seqüência à série de TV dos personagens Laranjinha (Darlan Cunha) e Acerola (Douglas Silva).
O filme dos dois amigos que cresceram na favela carioca traz no enredo problemas da vida adulta que começaram a ser revelados nos últimos episódios da última temporada da série. A chegada da maioridade vem acompanhada dos conflitos. Laranjinha quer encontrar o seu pai e Acerola tem que aprender a ser pai. No meio das guerras nos morros, os garotos que o público viu crescer, vivem uma aventura que fica bem longe da ficção, pelo contrário, mostram uma infeliz realidade.
Iniciando a vida adulta, Laranjinha quer mudar o item “pai desconhecido” na sua certidão de nascimento, começa a remexer no passado e busca desesperadamente por seu pai. Já Acerola, que engravidou sua namorada no final da série, tem um filho de dois anos para criar, sente-se amarrado pelo casamento, lamenta a paternidade precoce, mas precisa amadurecer e adquirir responsabilidade para ser um bom pai.
Para o espectador que não acompanhou a série, a apresentação dos personagens fica por conta de alguns flashbacks que aos poucos vão colocando o público na atmosfera da trama, revelando a trajetória e a história de cada um.
A vida no morro e a guerra pelo controle do tráfico continuam violentas. Assim como Acerola e Laranjinha, moradores pacíficos da favela sofrerão as conseqüências dessa luta pelo poder. A trama mostra o contraste entre traficantes que se aliam para conquistar espaço e poder, num eterno jogo de interesses; e amigos e companheiros, que juntos, compartilham experiências, enfrentam as dificuldades e como irmãos correm atrás de seus sonhos.
Filmado em sete favelas do Rio de Janeiro, “Cidade dos Homens” lembra, e muito, o filme de Fernando Meirelles “Cidade de Deus”, trazendo o mesmo realismo e ritmo intenso para as telas. Além disso, o elenco também possui nomes incomuns, como Douglas Silva, Darlan Cunha e Jonathan Haagensen (o traficante Madrugadão).
Aos 18 anos, Laranjinha e Acerola chegam aos cinemas para enfrentar os problemas da vida adulta
O filme “Cidade dos Homens”, dirigido por Paulo Morelli, estreou na última sexta-feira, 30 de agosto, dando seqüência à série de TV dos personagens Laranjinha (Darlan Cunha) e Acerola (Douglas Silva).
O filme dos dois amigos que cresceram na favela carioca traz no enredo problemas da vida adulta que começaram a ser revelados nos últimos episódios da última temporada da série. A chegada da maioridade vem acompanhada dos conflitos. Laranjinha quer encontrar o seu pai e Acerola tem que aprender a ser pai. No meio das guerras nos morros, os garotos que o público viu crescer, vivem uma aventura que fica bem longe da ficção, pelo contrário, mostram uma infeliz realidade.
Iniciando a vida adulta, Laranjinha quer mudar o item “pai desconhecido” na sua certidão de nascimento, começa a remexer no passado e busca desesperadamente por seu pai. Já Acerola, que engravidou sua namorada no final da série, tem um filho de dois anos para criar, sente-se amarrado pelo casamento, lamenta a paternidade precoce, mas precisa amadurecer e adquirir responsabilidade para ser um bom pai.
Para o espectador que não acompanhou a série, a apresentação dos personagens fica por conta de alguns flashbacks que aos poucos vão colocando o público na atmosfera da trama, revelando a trajetória e a história de cada um.
A vida no morro e a guerra pelo controle do tráfico continuam violentas. Assim como Acerola e Laranjinha, moradores pacíficos da favela sofrerão as conseqüências dessa luta pelo poder. A trama mostra o contraste entre traficantes que se aliam para conquistar espaço e poder, num eterno jogo de interesses; e amigos e companheiros, que juntos, compartilham experiências, enfrentam as dificuldades e como irmãos correm atrás de seus sonhos.
Filmado em sete favelas do Rio de Janeiro, “Cidade dos Homens” lembra, e muito, o filme de Fernando Meirelles “Cidade de Deus”, trazendo o mesmo realismo e ritmo intenso para as telas. Além disso, o elenco também possui nomes incomuns, como Douglas Silva, Darlan Cunha e Jonathan Haagensen (o traficante Madrugadão).

Nenhum comentário:
Postar um comentário