quinta-feira, 18 de outubro de 2007

Exercício 16


Extravasar idéias

7ª Gincana da Propaganda aguça a criatividade na ECOS

Deixar a criatividade fluir. Expor as idéias mais loucas. Soltar a imaginação e colocar em prática toda a teoria adquirida em sala de aula. Esse é o objetivo da Gincana da Propaganda que acontece quase todo ano na Escola de Comunicação da Universidade Católica de Pelotas. Acadêmicos e profissionais de publicidade e propaganda encaram uma competição sadia em que a principal premiação é a troca de conhecimento, embora haja troféu e certificados aos vencedores.

No dia 11 de outubro os participantes receberam seus briefings e começaram a executar suas tarefas. O encerramento acontece no dia 19 com a premiação do melhor trabalho e o debate “Sobreposição”, que reunirá alunos e profissionais numa discussão aberta sobre publicidade e design.

Este ano o evento esta sendo organizado pelas alunas Cadija Souza e Marta Antunes para a disciplina de Projeto Experimental.

A discussão sobre o papel do publicitário no mercado está lançada na 7ª Gincana da Propaganda. Ainda dá tempo. Até o dia 18 as inscrições estão abertas para o debate. Deixe a imaginação e o talento vir a tona.


Vale a pena competir

Alunas da ECOS promovem a 7ª Gincana da Propaganda

Desde o dia 11 de outubro os corredores do campus II da UCPel respiram propaganda. É a 7ª Gincana da Propaganda que voltou as atividades acadêmicas da ECOS este ano através das alunas Cadija Souza e Marta Antunes, pela disciplina de Projeto Experimental.

Incentivar a prática nos alunos e discutir a profissão no mercado são os objetivos das organizadoras.

A competição será dividida em duas categorias: Másteres, para alunos que cursam ou já cursaram a disciplina de redação publicitária I; e Júnior, para os que ainda estão no início do curso.

Cada participante recebeu um briefing no dia 11 e teve o prazo de seis dias para desenvolver um projeto criativo e eficaz que satisfaça o cliente e a comissão julgadora dos trabalhos.

O encerramento da gincana acontece no dia 19, com premiações para os vencedores e o debate “Sobreposição”, em que profissionais, alunos e professores discutiram o papel da publicidade e do design no mercado.

quarta-feira, 17 de outubro de 2007

Exercício 15

Não basta ter diploma, tem que ser jornalista

Qual será o futuro do jornalismo? E dos jornalistas? Será que a internet vai chegar a um ponto em que os outros meios serão secundário? Não acredito nisso. É fato de que com o avanço da tecnologia e principalmente da internet a comunicação e o jornalismo passaram por grandes transformações, e a tendência, certamente, é que esta continue cada vez mais.

A instantanedade desse meio, o minuto a minuto, atrai cada vez mais usuários em busca de informação. Mas que informação é essa? É a informação rápida, concisa. Publicada no meio em sites especializados e dignos de credibilidade, ou não. Qualquer pessoa na internet pode ser jornalista, mesmo aquelas que escrevem simplesmente porque gostam, sem intenção informativa. Cabe ao internauta analisar o conteúdo e tirar suas conclusões.

Com certeza é fantástica a interação que o meio possibilita. Mas será que o jornalista não será mais fundamental? Será. Sempre. O papel do jornalista, mais do que nunca, é essencial, e cabe a nós, jornalistas, provarmos isso. O compromisso com a sociedade, a ética, o conhecimento e o aperfeiçoamento é que farão a diferença.

Talvez para alguns o meio mais ameaçado seja o jornal impresso. Mas não acredito que a tela vá substituir o papel. Acredito que este meio vá se transformar ainda mais. É visível as mudanças gráficas e editoriais que vem acontecendo nos grandes impressos. O “jornal-revista” hoje, busca novos caminhos para sobreviver. Atrai o leitor pelo detalhe, já que o instantâneo não lhe cabe mais. Quem busca o impresso, busca o diferencial, o algo a mais, o aprofundamento da notícia. Segmentados, possibilitam ao leitor ir direto ao assunto de interesse, assim como um link na internet.

É a transformação, a especialização e principalmente a inovação que vão definir o futuro da profissão e do profissional. Não é o diploma que nos torna formadores de opinião. É a maneira como informamos e a qualidade desta informação. É com ética e constante renovação que vamos sobreviver aos “pseudo-jornalistas”.

segunda-feira, 8 de outubro de 2007

Exercício 14

Avaliação Heurística

site analisado: Zero Hora

1- Visibilidade do status do sistema:
As notícias são atualizadas constantemente. Além das manchetes principais do dia em destaque, o link "plantão" faz um feedback com o internauta em tempo relativamente baixo.
Na página principal, o link aparece com as cinco últimas notícias, junto com
o link "leia mais", onde se encontra todas as notícias publicadas durante um mês. Este link aparece para o leitor na ordem do horário de publicação, mas possibilita que apareça po assunto, mais lidas ou mais comentadas.
Em todas as notícias existem links com as últimas notícias sobre o mesmo assunto, as opções imprimir, enviar, corrigir, comentar, voltar e aumentar ou diminuir o corpo do texto.
A atualização na página principal não acontece ao mesmo tempo do plantão. Pode se observar que novas notícias entram primeiro no plantão e nem sempre são publicadas na página principal.

2- Compatibilidade entre o sistema e o mundo real
A linguagem é bem acessível ao internauta e segu uma ordem lógica.

3- Liberdade e controle do usuário
O usuário tem liberdade para navegar e desfazer a qualquer momento. Além do link "voltar" aparecer frequentemente nos links, o menu a esquerda orienta o internauta.

4- Consistências e padrões
O site é bem padronizado. O menu a esquerda é constante em qualquer link. As cores e as fontes são sempre as mesmas.

5- Prevenção contra erros
Durante a navegação, ao clicar no link de uma das notícias do plantão ocorreu um erro e a página se fechou. Este erro se repetiu mais uma vez. Pode-se perceber que o segundo aconteceu no momento em que a página principal foi atualizada.

6- Reconhecimento em lugar de lembrança
As instruções e os caminhos estão sempre bem visíveis e de fácil acesso ao usuário.

7- Flexibilidade e eficiência de uso
O acesso é facilitado para qualquer tipo de usuário. As opções na organização das notícias pelo interesse do internauta e a possibilidade de aumentar ou diminuir o tamanho da fonte se adequa ao gosto do leitor.

8- Projeto minimalista e estético
Os textos são diretos e rápidos, sem cansar o leitor. O site é claro e agradável de ver. As fotos, vídeos e comentários disponiveis sempre são ligadas ao assunto.

9- Auxiliar os usuários a reconhecer, diagnosticar e recuperar-se de erros
No primeiro erro, antes de a página se fechar apareceu uma janela em código, onde a única opção do internauta era clicar no "ok".

10- Ajuda e documentação
O site não apresenta uma ajuda específica ao usuário. Há o link "RSS" que explica para o internauta como ter as notícias em formato RSS. No final da página há o link "dúvidas frequentes", em que aparecem dez perguntas e respostas, mas nada específico para a navegação no site.

Avaliação de Percurso

Usabilidade site:
Zero Hora
Tarefas:
1- Vizualizar edição impressa do jornal no site
2- Acessar edições anteriores
3 - Entrar em contato com o site

No primeiro momento o Marcelo ficou rodando o mouse na tela, foi o primeiro acesso dele a este site. Não demorou muito e ele encontrou o link que leva para a versão impressa do jornal.

Na segunda tarefa, como já era conhecido o caminho para a versão impressa, rapidamente ele acessou versão anteriores do jornal.

Para a terceira tarefa, o Marcelo encontrou dois links que possibilitavam o internauta entrar em contato com o jornal.

segunda-feira, 1 de outubro de 2007

Exercício 13

Música também é comunicação

Festival de bandas promete agitar a abertura da Semana Acadêmica da ECOS

Integração e incentivo para difundir a música no meio universitário. Esta é uma das propostas do Festival de Música que fará a abertura da Semana Acadêmica da ECOS, que retorna ao calendário acadêmico após dois anos com o tema “Mídias Alternativas”.

De 5 a 9 de novembro a Escola de Comunicação promoverá palestras, mostras e oficinas, mas a grande novidade acontecerá no final de semana anterior, dias 3 e 4, com o Festival de Bandas que será realizado no Teatro do COP.

Dez bandas se apresentarão nas duas noites. Todos os shows serão filmados e transmitidos ao vivo pela TV UCPel, além de matérias especiais com a apresentação de cada banda. A idéia final é o lançamento de um DVD com o 1° Festival de Bandas da UCPel promovido pela ECOS.

Para participar a banda deve ter no mínimo três músicas próprias, para entrar no DVD. Já para o show, cada banda poderá apresentar até cinco composições.

O Festival é uma idéia dos músicos e alunos da ECOS Tiago Garcia e Solano Ferreira, juntamente com o diretor do curso Jairo Sanguiné. A expectativa é ainda que haja envolvimento dos demais alunos da escola na divulgação do evento, com a elaboração de releases, fotos, vídeos, entre outros.

Mais informações na Escola de Comunicação Social ou pelo telefone (53) 21288411.

Exercício 12

Releases

Público Interno

Novo curso na UCPel: Tecnologia de Produção Fonográfica

Mais um curso na Escola de Comunicação Social

Reafirmando seu compromisso com a comunidade local e região, a Universidade Católica de Pelotas lança o seu novo curso de graduação, Tecnologia em Produção Fonográfica, na noite de 23 de setembro, no teatro Guarany, durante show da dupla Kleiton e Kledir.

Kleiton Ramil, responsável pela idéia de criação do curso, fez o lançamento oficial e expôs para o público o seu desejo de ver no país um curso que abrangesse esta área. A união da carreira musical e vida acadêmica, ao cursar mestrado, impulsionaram o cantor a fomentar a idéia.

A nova graduação visa desenvolver profissionais capacitados para trabalhar em todas as áreas que envolvem a produção fonográfica. Pré-produção, gravação, edição, mixagem e masterização, operação de som, divulgação e distribuição do produto final, além de técnicas de gravação e produção de CDs, operação em estúdios de áudio e edição de vinhetas e obras musicais. Poderá atuar em produtoras, gravadoras, estúdios de gravação e sonorização de eventos e espetáculos.

Voltado para todos os públicos, desde leigos a profissionais da música, o curso será objetivo, prático e buscará desenvolver e ampliar a visão dos estudantes, além de estimular as percepções artísticas e científicas.

Com duração de 3 anos (6 semestres), Tecnologia em Produção Fonográfica fará parte da Escola de Comunicação Social e estará entre os cursos oferecidos no vestibular de verão 2008.

As aulas serão no Campus II da UCPel, a princípio nos mesmos laboratórios utilizados pelos demais alunos da ECOS, em turno intermediário, das 16h às 19h.

Mais informações podem ser adquiridas na Escola de Comunicação Social da Universidade pelo fone (53) 21288411.


Público Externo


UCPel lança novo curso de Tecnologia em Produção Fonográfica

Kleiton Ramil faz o lançamento oficial durante show da dupla

A Universidade Católica de Pelotas lançou na noite de 23 de setembro, no show da dupla Kleiton e Kledir no Teatro Guarany, o seu mais novo curso de graduação: Tecnologia em Produção Fonográfica, pioneiro na região.

O lançamento oficial foi feito pelo cantor Kleiton Ramil, responsável pela iniciativa de criação do curso, que contou para o público o seu desejo de ver no país um curso que abrangesse esta área. A união da carreira musical e vida acadêmica, ao cursar mestrado, impulsionaram o cantor a fomentar a idéia.

A nova graduação visa desenvolver profissionais capacitados para trabalhar em todas as áreas que envolvem a produção fonográfica. Pré-produção, gravação, edição, mixagem e masterização, operação de som, divulgação e distribuição do produto final, além de técnicas de gravação e produção de CDs, operação em estúdios de áudio e edição de vinhetas e obras musicais. Poderá atuar em produtoras, gravadoras, estúdios de gravação e sonorização de eventos e espetáculos.

Voltado para todos os públicos, desde leigos a profissionais da música, o curso será objetivo, prático e buscará desenvolver e ampliar a visão dos estudantes, além de estimular as percepções artísticas e científicas.

Com duração de 3 anos (6 semestres), Tecnologia em Produção Fonográfica fará parte da Escola de Comunicação Social e estará entre os cursos oferecidos no vestibular de verão 2008.

Mais informações podem ser adquiridas na Escola de Comunicação Social pelo telefone (53) 21288411.


Mídia


UCPel e Kleiton Ramil criam novo curso de graduação
Tecnologia em Produção Fonográfica busca unir música e universidade
Crescimento de estúdios de gravação, produtoras musicais independentes, número cada vez maior de músicos em Pelotas e região, necessidade de profissionais especializados na área. Estes foram alguns dos motivos que consolidaram a parceria entre Universidade Católica de Pelotas e o cantor Kleiton Ramil na criação do novo curso de graduação: Tecnologia em Produção Fonográfica.
O lançamento oficial, que aconteceu na noite de 23 de setembro, durante o show da dupla Kleiton e Kledir no Teatro Guarany, foi feito pelo próprio cantor, responsável pela iniciativa de criação do curso, que contou para o público o seu desejo de ver no país um curso que abrangesse esta área. A união da carreira musical e vida acadêmica, ao cursar mestrado, impulsionaram o cantor a fomentar a idéia.
A nova graduação visa desenvolver profissionais capacitados para trabalhar em todas as áreas que envolvem a produção fonográfica. Pré-produção, gravação, edição, mixagem e masterização, operação de som, divulgação e distribuição do produto final, além de técnicas de gravação e produção de CDs, operação em estúdios de áudio e edição de vinhetas e obras musicais. Poderá atuar em produtoras, gravadoras, estúdios de gravação e sonorização de eventos e espetáculos.
Voltado para todos os públicos, desde leigos a profissionais da música, o curso será objetivo, prático e buscará desenvolver e ampliar a visão dos estudantes, além de estimular as percepções artísticas e científicas.
Com duração de 3 anos (6 semestres), Tecnologia em Produção Fonográfica fará parte da Escola de Comunicação Social e estará entre os cursos oferecidos no vestibular de verão 2008.
Mais informações podem ser adquiridas na Escola de Comunicação Social da Universidade pelo fone (53) 21288411.

Exercício 11

Entrevista

Exercício 10

Texto Opinativo-Crítico



“Missão dada é missão cumprida”

Tropa de Elite: o morro, o tráfico e o sistema

Tropa de Elite. Quem não ouviu falar desse filme? E quem não viu? Certamente poucos, embora tenha estreado nos cinemas a poucos dias. Vítima da pirataria, o filme já era encontrado em camelôs e sites na internet meses antes de sua estréia.

Tenho que admitir que vi uma cópia pirata. Não comprei nem baixei na internet, mas cheguei à casa de uma amiga e ela ia começar a assistir. Fazer o que? Assisti junto. E pior, gostei tanto que fiz uma cópia.

O filme é mais uma produção de sucesso do cinema brasileiro que retrata a vida no morro e o tráfico, mas com uma diferença, mostra o sistema, a corrupção na polícia, os interesses políticos e a guerra urbana.

Um show de interpretação de Wagner Moura, protagonista do filme, o Capitão Nascimento. Um policial durão do BOPE (Batalhão de Operações Policiais Especiais) que quer deixar seu posto e busca um substituto a sua altura.

O filme se passa em 1997, período em que o país se prepara para receber o papa e intensifica o sistema de segurança.

É num tiroteio no morro que Nascimento cruza seu caminho com dois aspirantes da policia militar, Neto (Caio Junqueira) e Matias (André Ramiro), que se destacam pela honestidade e vontade de fazer a diferença. Indignados com a corrupção da PM resolvem entrar para o BOPE.

É no treinamento do BOPE e nas invasões ao morro atrás de traficantes que a realidade das cenas mais impressiona. Tortura, desrespeito, abuso de autoridade, violência generalizada. Cenas fortes e chocantes. Impossível não reagir.

A polícia bem que tentou proibir a exibição do filme na justiça alegando “mancha na imagem da unidade” ao retratar seus membros como “assassinos e torturadores”. Não conseguiu, mas mesmo que conseguisse, as cópias piratas estariam ai.

Assisti a uma entrevista com o diretor do filme, José Padilha, no Programa do Jô em que ele disse que a versão pirata não é igual a do cinema. Será mesmo? Só vendo as duas para saber. Se alguém ainda não viu, vale a pena, mas seja mais politicamente correto que eu vá ao cinema ou espere chegar às locadoras.