
“Missão dada é missão cumprida”
Tropa de Elite: o morro, o tráfico e o sistema
Tropa de Elite. Quem não ouviu falar desse filme? E quem não viu? Certamente poucos, embora tenha estreado nos cinemas a poucos dias. Vítima da pirataria, o filme já era encontrado em camelôs e sites na internet meses antes de sua estréia.
Tenho que admitir que vi uma cópia pirata. Não comprei nem baixei na internet, mas cheguei à casa de uma amiga e ela ia começar a assistir. Fazer o que? Assisti junto. E pior, gostei tanto que fiz uma cópia.
O filme é mais uma produção de sucesso do cinema brasileiro que retrata a vida no morro e o tráfico, mas com uma diferença, mostra o sistema, a corrupção na polícia, os interesses políticos e a guerra urbana.
Um show de interpretação de Wagner Moura, protagonista do filme, o Capitão Nascimento. Um policial durão do BOPE (Batalhão de Operações Policiais Especiais) que quer deixar seu posto e busca um substituto a sua altura.
O filme se passa em 1997, período em que o país se prepara para receber o papa e intensifica o sistema de segurança.
É num tiroteio no morro que Nascimento cruza seu caminho com dois aspirantes da policia militar, Neto (Caio Junqueira) e Matias (André Ramiro), que se destacam pela honestidade e vontade de fazer a diferença. Indignados com a corrupção da PM resolvem entrar para o BOPE.
É no treinamento do BOPE e nas invasões ao morro atrás de traficantes que a realidade das cenas mais impressiona. Tortura, desrespeito, abuso de autoridade, violência generalizada. Cenas fortes e chocantes. Impossível não reagir.
A polícia bem que tentou proibir a exibição do filme na justiça alegando “mancha na imagem da unidade” ao retratar seus membros como “assassinos e torturadores”. Não conseguiu, mas mesmo que conseguisse, as cópias piratas estariam ai.
Assisti a uma entrevista com o diretor do filme, José Padilha, no Programa do Jô em que ele disse que a versão pirata não é igual a do cinema. Será mesmo? Só vendo as duas para saber. Se alguém ainda não viu, vale a pena, mas seja mais politicamente correto que eu vá ao cinema ou espere chegar às locadoras.
Tropa de Elite: o morro, o tráfico e o sistema
Tropa de Elite. Quem não ouviu falar desse filme? E quem não viu? Certamente poucos, embora tenha estreado nos cinemas a poucos dias. Vítima da pirataria, o filme já era encontrado em camelôs e sites na internet meses antes de sua estréia.
Tenho que admitir que vi uma cópia pirata. Não comprei nem baixei na internet, mas cheguei à casa de uma amiga e ela ia começar a assistir. Fazer o que? Assisti junto. E pior, gostei tanto que fiz uma cópia.
O filme é mais uma produção de sucesso do cinema brasileiro que retrata a vida no morro e o tráfico, mas com uma diferença, mostra o sistema, a corrupção na polícia, os interesses políticos e a guerra urbana.
Um show de interpretação de Wagner Moura, protagonista do filme, o Capitão Nascimento. Um policial durão do BOPE (Batalhão de Operações Policiais Especiais) que quer deixar seu posto e busca um substituto a sua altura.
O filme se passa em 1997, período em que o país se prepara para receber o papa e intensifica o sistema de segurança.
É num tiroteio no morro que Nascimento cruza seu caminho com dois aspirantes da policia militar, Neto (Caio Junqueira) e Matias (André Ramiro), que se destacam pela honestidade e vontade de fazer a diferença. Indignados com a corrupção da PM resolvem entrar para o BOPE.
É no treinamento do BOPE e nas invasões ao morro atrás de traficantes que a realidade das cenas mais impressiona. Tortura, desrespeito, abuso de autoridade, violência generalizada. Cenas fortes e chocantes. Impossível não reagir.
A polícia bem que tentou proibir a exibição do filme na justiça alegando “mancha na imagem da unidade” ao retratar seus membros como “assassinos e torturadores”. Não conseguiu, mas mesmo que conseguisse, as cópias piratas estariam ai.
Assisti a uma entrevista com o diretor do filme, José Padilha, no Programa do Jô em que ele disse que a versão pirata não é igual a do cinema. Será mesmo? Só vendo as duas para saber. Se alguém ainda não viu, vale a pena, mas seja mais politicamente correto que eu vá ao cinema ou espere chegar às locadoras.
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